sábado, 27 de maio de 2017

"O homem da nuvem escura" de Inês Vinagre

"O homem da nuvem escura"
Escrito por Inês vinagre e ilustrado por Sebastião Peixoto
Editado por Opera Omnia em 2010

“No cocuruto da cabeça esse homem tinha, não um boné, não uma madeixa de cabelo despenteado, não um piolho, mas sim um pequeno orifício do tamanho de uma moeda de cinco cêntimos.
E desse orifício, do tamanho de uma moeda de cinco cêntimos, saía uma espantosa nuvem espessa e escura, que fazia com que, por onde quer que o homem andasse, fizesse o que fizesse, lhe seguisse um rasto de intensa chuva, frio, vento e trovoada.”

Fonte: contracapa


 Começa assim:

"Este livro não inclui princesas, nem dragões, fadas ou anões, monstros ou mexilhões. É apenas a história de um homem.” PS: Poderá entrar uma bruxa.


Numa determinada cidade, que aqui não importa referir, num determinado tempo que aqui não interessa dizer, existiu um homema quem todos chamavam o homem da nuvem escura.

À primeira vista, o homem da nuvem escura era daquele género de pessoas, que poderíamos classificar de “normais”.
Dois olhos do tamanho do costume, uma boca igual à de toda a gente, um par de orelhas, nem grandes nem pequenas, e, para completar o quadro, um nariz absolutamente vulgar. Não era velho, mas também não era novo. Nem alto, nem baixo, nem gordo, nem magro, nem bonito, nem feio. Normal.

Ninguém lhe conhecia nome, idade, família ou profissão e demorou bastante para se descobrir onde morava. Para todos, sem excepção, era apenas o homem da nuvem escura. Assim, sem tirar nem pôr, sem direito sequer a um nome com letra maiúscula.
(...)"

Fonte: interior do livro

Ilustrações de Inês Vinagre

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 3º ano de escolaridade


Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

sexta-feira, 26 de maio de 2017

"O muito grande Pequeno Polegar" de Charles Perrault

O Muito Grande Pequeno Polegar
Texto de Charles Perrault e ilustrações de Clementine Sourdais 
Editado pela Edicare em 2015

"- Bem vês que já não conseguimos alimentar os nossos filhos; não posso vê-los morrer de fome diante dos meus olhos e estou decidido a abandoná-los amanhã na floresta; será fácil, pois enquanto estiverem entretidos a amontoar a lenha, fugiremos sem que nos vejam.
- Oh! - exclamou a lenhadora.
- Serias capaz de abandonar os teus próprios filhos?"
Fonte: contracapa do livro


O texto original de Charles Perrault é-nos apresentado neste livro de grande formato com maravilhosos cenários recortados. A delicadeza das ilustrações e do seu rendilhado contrastam com a força desta história, cuja origem é desconhecida, sabendo-se apenas que foi o autor francês que a recontou. 

Aqui podes ouvir o início da história:


Livro disponível na rede de Bibliotecas Públicas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Rabbitwood, um livro de Mrs. Crevan Fox


Rabbitwood
Escrito e ilustrado por Mrs. Crevan Fox
Editado pela Far Far Aways Books em 2010


A história enternecedora acerca da improvável amizade entre uma raposa e um coelho. Juntos cumprem um sonho, ultrapassando obstáculos da sua natureza. Contada e magnificamente ilustrada pela mãe da raposinha, Mrs. Crevan Fox!



Começa assim: 

"Para lá de sete montanhas, passando por muitos vales encantados, cruzando vários lagos e rios, precisamente entre o nascer e o pôr-do-sol, sigam um trilho íngreme e sinuoso até que finalmente surja uma floresta muito antiga.

Aí vão encontrar Rabbitwood.




É aqui que vivem os lendários Hobblestones - o clã de coelhos mais antigo de todo o mundo. Nobres desde há muitos séculos, esta família muito estimada é respeitada desde tempos imemoriais.
As gerações sucedem-se e, de acordo com um antigo costume, o membro mais velho da casa governa todo o reino.

Hoje em dia é o Tobbit de Hobblestone."

Fonte: interior do livro
 Ilustrações de Mrs. Crevan Fox

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 3º ano de escolaridade, 
destinado a leitura autónoma.

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Hoje é o Dia Internacional da Família: sugestão de leitura


“O Namorado Novo da Mãe”
Texto de Anke Wagner e ilustrações de Heike Herold
Editado pelos Livros Horizonte em 2010

Desde que o pai saiu de casa, o Pedro vive sozinho com a mãe. A mãe tem um namorado novo, o Tiago, e o Pedro não tem vontade nenhuma de o conhecer porque já sabe que não vai gostar dele. Depois ser apresentado ao Tiago, passa os dias a tentar encontrar-lhe defeitos e coisas com que se irritar (para além de lhe pregar algumas partidas, como verás nos desenhos), mas o novo namorado da mãe é uma pessoa completamente normal! Resta agora saber se ficam amigos, ou se a teimosia do Pedro leva a melhor...

Fonte: www.catalivros.org






“O Pedro hoje não quer voltar para casa. Vai conhecer o Tiago,
o namorado novo da mãe, e está decidido a não se deixar levar em cantiga
nenhuma porque desde que o pai saiu de casa prefere ter a mãe só para ele.
Mas afinal o Tiago não é intrometido nem quer armar-se em pai dele
e trata tão bem a mãe que ela até anda menos cansada.
Um livro para todos os filhos e todos os pais e mães de famílias separadas
e para todos os namorados e namoradas que investem numa nova família.”

Fonte: contracapa do livro


Ilustrações de Heike Herold

Pela primeira vez, e em pouquíssimas palavras, um livro para crianças que dá uma enorme lição e ajuda aos tais adultos “intrusos” que se apaixonaram por uma mãe ou um pai separados, expondo de forma sensível a necessidade de nunca, mas nunca, tentarem substituir-se ao progenitor ausente ou de nunca tentarem “comprar” o afecto das crianças, porque as crianças, essas, são sempre muito mais espertas que nós.

Um livro absolutamente inédito em Portugal, uma pedrada no charco contra o silêncio reinante sobre um problema que de ano para ano afecta cada vez mais famílias portuguesas.

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura
para Educação Pré-Escolar, destinado a leitura em voz alta.


Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quinta-feira, 11 de maio de 2017

"Um beijo para Urso Pequeno", um livro de Else Holmelund Minarik

"Um beijo para Urso Pequeno"
Texto de Else Holmelund Minarik e ilustrações de Maurice Sendak
Editado pela Kalandraka em 2015


Começa assim:

“Gosto mesmo deste desenho
- disse o Urso Pequeno.

- Olá, Galinha.
Este desenho é para a Avó.

- Podes levá-lo?
- Claro - disse a Galinha.

A Avó ficou contente e disse:
- Este beijo é para o Urso Pequeno.

- Podes levá-lo, Galinha?
- Com muito gosto. 
(...)"
Fonte: interior do livro

Ilustrações de Maurice Sendak

"“Um beijo para Urso Pequeno” é uma narrativa breve, humorística, carregada de afeto e amor. Afeto de Urso Pequeno para com a Avó, a quem oferece um desenho, que ela por sua vez agradece com um beijo que se vai transmitindo de animal para animal, entre os habitantes do bosque, até chegar ao seu destinatário final. Um beijo itinerante e acumulativo que acaba por ramificar numa história de amor paralela com um final feliz para toda esta adorável vizinhança.

Publicado pela primeira vez em 1968, este clássico de Else Holmelund Minarik e Maurice Sendak destaca-se pela simplicidade do texto e pela ternura das suas personagens, aqui humanizadas. A personalidade de Urso Pequeno faz com que os seus leitores infantis se identifiquem com ele, não só pela sua simpatia, mas também pela sua espontaneidade.

Em consonância com os restantes títulos da série de que este livro faz parte, as requintadas ilustrações de Sendak remetem para as gravuras antigas, de composição clássica, com figuras de grande expressividade integradas em cenários, sobretudo naturais, muito detalhados e elaborados.




Else Holmelund Minarik (Dinamarca, 1920 - Estados Unidos, 2012)
Emigrou para os Estados Unidos com a sua família quando tinha quatro anos. Estudou Psicologia e Arte na Universidade de Nova Iorque. Trabalhou como jornalista e professora. Autora da série “Urso Pequeno” e de outros livros de Literatura Infantil e Juvenil.

Maurice Sendak (Brooklyn, Nova Iorque, 1928 - Connecticut, 2012)
Desde 1951 concebeu mais de 90 livros infantis, uma prestigiosa trajetória pela qual recebeu em 1970 o Prémio Andersen e o Prémio Laura Ingalls Wilder em 1983. Em 1996 o Governo dos Estados Unidos atribuiu-lhe a Medalha Nacional das Artes e em 2003 concederam-lhe o Prémio Internacional Astrid Lindgren de Literatura Infantil, conjuntamente com a autora austríaca Christine Nöstlinger. Estudou Pintura e Desenho no Art Students League de Nova Iorque. Conseguiu o seu primeiro emprego como ilustrador na All America Comics e em 1951 começou a trabalhar como ilustrador para a editora Harper and Brothers. Desencadeou uma autêntica revolução no panorama literário infantil pelas ideias, forma e pelo conteúdo dos seus livros.

Fonte: Kalandraka


Obra disponível na rede de Biblioteca do concelho de Arganil
Boas Leituras! 

"Malala: a menina que queria ir à escola", um livro de Adriana Carranca

"Malala: a menina que queria ir à escola"
Texto de Adriana Carranca e ilustrações de Bruna Assis Brasil
Editado pela Nuvem de Letras em 2016 

"O nome Malala Yousafzai, a menina que quase deu a vida por querer ir à escola, nunca será esquecida.
Malala nasceu no Paquistão em 1997, no vale do Swat, uma região de extraordinária beleza, habitada por reis e rainhas, príncipes e princesas, cobiçada por povos antigos e protegida pelos bravos guerreiros pashtuns - os povos das montanhas.
Uma das melhores alunas da turma, a pequena Malala cresceu nos corredores da escola do pai, Ziauddin Yousafzai, até ao dia em que os talibãs invadiram a sua cidade. Armados e sempre vigilantes, proibiram a música e a dança, obrigaram as mulheres a ficar em casa e decretaram que apenas os meninos poderiam estudar. Malala não podia aceitar esta situação e, fazendo das palavras a sua arma, resistiu - e continuou a ir às aulas. A 9 de Outubro de 2012, quando voltava da escola, foi alvejada por membros dos talibãs, e poucos acreditaram que sobreviveria.

A jornalista Adriana Carranca visitou o vale do Swat dias depois do atentado, hospedou-se em casa de uma família local e decidiu escrever este livro-reportagem, onde conta tudo o que por lá viu e aprendeu, para ensinar às crianças do resto do mundo a história real da menina mais jovem a ter recebido o Prémio Nobel da Paz. Um bonito e verdadeiro exemplo de como uma pessoa e um sonho podem mudar o mundo."

Fonte: Contracapa do livro

Ilustrações de Bruna Assis Brasil

A história emocionante de uma criança na sua luta pelo direito à educação.
A ocupação talibã da sua região natal impôs às mulheres a proibição de frequentarem o ensino e Malala, na altura uma menina de 12 anos, não se conformou. 
Esta é a história da vida inspiradora de Malala, onde se explica aos mais jovens os acontecimentos e como a coragem de uma menina pode, de facto, mudar o mundo.
Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

quarta-feira, 10 de maio de 2017

"A Mala Assombrada", um livro de David Machado

"A Mala assombrada"
Texto de David Machado e ilustrações de João M. P. Lemos
Editado pela Presença em 2011


Começa assim:

"Ao fundo da nossa rua, depois de todas as casas, depois de todas as árvores, 
depois do campo de ervas altas e do ribeiro de água gelada, 
há um muro. E atrás do muro, há um casarão, 
velho e abandonado, torto e escuro, onde ninguém vive. 



Todas as tardes, quando regresso da escola, passo ao lado do muro. 
E não gosto. Porque tenho um bocadinho de medo do casarão.
Se não fosse o muro teria muuuuuito medo do casarão.

Seja como for, uma tarde, estava uma mala em cima do muro."

Fonte: interior do livro


"Dragões e ladrões, tempestades, aranhas e leões:
O meu irmão não tem medo de nada.
E ele só tem 5 anos .
( Eu tenho nove. E assusto-me com tudo)

Levei a mala para casa, mostrei-lhe e disse-lhe:
"Há um fantasma dentro desta mala."
"Há?", perguntou o meu irmão.
"Há", repeti eu. "O Fantasma do Casarão."

Ilustrações de João M. P. Lemos

O autor:

David Machado é autor de vários títulos de literatura infantil publicados pela Presença: A Noite dos Animais Inventados, distinguido com o prémio Branquinho da Fonseca, da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso (2005), Os Quatro Comandantes da Cama Voadora, Um Homem Verde Num buraco Muito Fundo e O Tubarão na Banheira, a que foi atribuído o Prémio Autor SPA/RTP 2010 de Melhor Livro Infanto-Juvenil.




O ilustrador:
João M. P. Lemos é ilustrador e autor de banda desenhada. Colabora, como desenhador e argumentista, com a Marvel Comics, ilustrou três livros de Frederico Mira George, o álbum Sátiro dos Gaiteiros de Lisboa, artigos para as revistas Pública e Babylon Magazine e dá rosto à crónica mensal de Gonçalo Cadilhe, na revista Visão: Vida e Viagens.


Fonte: contracapa do livro



“A Mala Assombrada recupera o imaginário do sobrenatural, muito presente numa determinada fase de crescimento das crianças. Aqui, a assombração é um fantasma que persegue dois irmãos, um de nove anos com medo de tudo e um de cinco anos, que pelo contrário, não tem medo de nada.” 
Fonte: Wook


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 3º ano de escolaridade

Obra disponível na rede de Biblioteca do concelho de Arganil
 Boas Leituras! 

terça-feira, 9 de maio de 2017

"Versos para meninos que comem sempre a sopa toda" de Manuela Ribeiro

"Versos para meninos que comem sempre a sopa toda"
Texto de Manuela Ribeiro e ilustrações de Ana Carolina Novo
Editado pela Textiverso em 2017


“Porque a sopa contém um ingrediente mágico que confere a quem a come um enorme sentido de humor, este livro só poderá ser lido por quem a comer mesmo até à última colherada!”


Começa assim:

"O vento está constipado

O vento está constipado.
Espirra e tosse, coitado!
Varre tudo à sua frente.
O vento está muito doente.

Passou a noite a gemer
Sem poder adormecer.
Tinha o nariz entupido
E doía-lhe um ouvido.

De manhã, muito cedinho,
A mãe levou-lhe um chazinho
E uma torrada quentinha
Para comer na caminha.

Sossegou por um bocado
Mas depois, muito agitado,
Pôs-se outra vez a fungar,
A tossir e a espirrar.

Vamos já tudo fechar
Para ele não entrar.
É preciso ter cuidado,

Que o vento está constipado.

(...)

Peixe! Peixe! Peixe!

Fui pescar um peixe ao mar,
Mas foi total a pescaria
Que mais pareço morar
Numa enorme peixaria.

Pela manhã como pargo,
Ao almoço caldeirada,
À merenda grelho um sargo,
Ao jantar há só pescada.





Faço tanto cozinhado
Desta e daquela maneira,
Que o meu peixinho dourado
Ganhou medo à frigideira.

Sempre o mesmo no meu prato!
Quem me dera umas sopinhas!
Até o guloso do gato
Já não pode ver espinhas!"

Fonte: interior do livro



Ilustrações de Ana Carolina Novo


"Querem mesmo saber
o que contam estes poemas?
Para isso, terão de comer
primeiro a sopinha toda..."

Fonte: contracapa do livro


A mais recente obra da escritora Manuela Ribeiro
Disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

sexta-feira, 5 de maio de 2017

"Quando a mãe era pequena", um livro de Joana sobral

"Quando a mãe era pequena"
Texto de Joana Sobral e ilustrações de Margarida Teixeira
Editado pela Máquina de voar em 2016 (4ª edição)

“Quando a mãe era pequena o mundo era um sítio diferente.
Brincava-se na rua, não havia telemóveis, as compras faziam-se na mercearia e os discos eram de vinil. Mas também há coisas que nunca mudam.”

Fonte: contracapa do livro


Começa assim:

"Ás vezes, a mãe senta-me ao colo
e conta-me histórias engraçadas
de quando ela era pequena.

Por exemplo,
quando a mãe era pequena,
não havia telemóveis.

Havia um telefone fixo
na entrada da casa que servia
para toda a família. Ou seja,
quando as pessoas saíam para a
rua, o telefone ficava em casa.
O telefone era da família toda
e quando tocava não se sabia
para quem era.

Alguém atendia e depois gritava:

Pai, é para ti!

Também não havia computadores
em casa. Quando a mãe andava
na escola fazia os trabalhos numa
máquina de escrever.

(...)

E sem computadores, claro que 
também não havia internet.

(...)

A mãe disse que a televisão era a 
preto e branco,

(...)
Fonte: interior do livro



Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil.
Boas leituras!

quinta-feira, 4 de maio de 2017

"Uma Princesa do Pior", de Anna Kemp

"Uma Princesa do Pior"
Texto de Anna Kemp e ilustrações de Sara Ogilvie
Editado pela Civilização em 2012


Maria era uma princesa que vivia muito sozinha numa torre onde desesperava pela chegada do seu «príncipe ideal». Já o esperava há séculos e fizera tudo o que lhe cabia enquanto princesa: deixara o cabelo crescer até ao chão, lera muitos livros… Há muito que desejava sair para passear e cortar o cabelo. Estava ela pronta para se lamentar desta desgraça, quando apareceu um belo príncipe que disse ser corajoso. Desejosa de ser livre, Maria fez as malinhas e partiu com o novo amado, mas começou a ver a nova vida a andar para trás quando este a encaminhou para o castelo e para uma nova torre… 

Fonte: www.catalivros.org


"Estás farta das princesas normais?
Estás cansada das histórias tradicionais das princesas que encontram o seu príncipe?
Procuras uma princesa com mais "sal e pimenta"?
Então este livro é para ti.

Esquece os vestidos bonitos, os casamentos de contos de fadas e os grandes bailes. Com a Princesa Maria só há aventura, malandragem e amigos estranhos.
Ela é mesmo uma princesa do pior!"
Fonte: contracapa do livro


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 3º ano de escolaridade

Contracapa do livro

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

quarta-feira, 3 de maio de 2017

"A minha Professora" de Maria Inês Almeida

A minha Professora
Texto de Maria Inês Almeida e ilustrações de Ângela Vieira
Editado pela Marcador em 2016 

“As professoras e os professores dão-nos a chave para compreendermos o que nos rodeia e o que está dentro de nós. 

Há professoras e professores que nos marcam para a vida e a quem estaremos para sempre agradecidos. Não só porque nos ensinaram a ler palavras como «mãe» ou «amor», a escrever «sorriso» e «felicidade», mas porque nos ajudaram a perceber melhor o mundo que nos rodeia, como funciona a natureza e o corpo humano, a descobrir que os pássaros voam para sul no inverno, que as árvores dão flores na primavera, que o nosso planeta azul gira à volta do Sol.



Este livro é como a resposta ao desafio de uma composição na sala de aula: «Como é o teu professor?» O resultado é uma viagem, ilustrada, pela realidade e pela imaginação, são palavras e desenhos, verdade e gratidão. 

É uma recordação e um álbum das boas memórias dos anos na escola que ficará para toda a vida.”

Fonte: contracapa do livro
Ilustrações de Ângela Vieira
Fonte: interior do livro

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

sábado, 29 de abril de 2017

"Trocas e Baldrocas", um livro de Roberto Castro

"Trocas e Baldrocas"
Texto de Roberto Castro e ilustrações de Margherita Micheli
Editado pela OQO em 2013


Começa assim:

Todas as tardes, a ovelha Catarina
preparava uma chávena de chocolate quente
e sentava-se a ler na sua cadeira favorita…

 



"As histórias remetem-nos para um lugar em que a fantasia é a protagonista; e para entrar nesse mundo fantástico, nada melhor que uma cadeira especial num recanto acolhedor destinado à leitura.
Ora, estava a ovelha Catarina a desfrutar do seu livro, quando de repente… CRAAAAC! Catarina caiu estatelada, e pior: ficou sem cadeira para ler histórias!
Deste modo começam as trocas: cadeira por tamborete, tamborete por sofá, sofá por cadeira de baloiço…
Entre troca e baldroca, Catarina irá contando, nas páginas do livro que está a ler, uma história muito conhecida: o lobo bate à porta, derruba a casa de palha, sopra à porta da casa de madeira… Mas nada é tão confortável como a sua velha cadeira para desfrutar de um bom livro, por isso Catarina está sempre disposta a trocar ou a experimentar novos assentos para conseguir o seu objetivo: chegar ao final da leitura. Será que o lobo vai comer os três porquinhos?

Trocas e baldrocas é uma história que esconde outra história. Roberto Castro, que se estreia como autor mas que possui uma já longa trajetória no mundo da literatura infantojuvenil, desenvolve uma trama circular simples, dinâmica e muito eficaz, que incide transversalmente na aventura de ler.

Margherita Micheli ilustra esta divertida história fazendo saltar as personagens de uma história para a outra, interagindo assim em dois mundos fantásticos paralelos, até chegar a um final feliz para os protagonistas de ambas."



A técnica utilizada é têmpera sobre papel, com cores que se alternam segundo os espaços e as emoções que as diferentes cenas transmitem. As suas composições requerem o olhar atento e curioso do espetador, que testará o seu engenho e capacidade de fabulação ao descobrir “os outros pequenos protagonistas” nos cenários do plano real.
As personagens do universo de Catarina são antropomorfas, com características relacionadas com o caráter de transmissão dos objetos que trazem com elas. Assim encontramos, entre outros, Furacão, um cavalo romântico e fascinante com as suas crinas ao vento; Ricardo, um galo exuberante de enorme crista e belas penas; o porco Narciso, engalanado como um elegante dândi, ou a própria ovelha Catarina, com o seu quente casaco de lã branca; todos eles com personalidades que nos proporcionarão diferentes modelos, numa idade em que cada leitor também encontrará o caminho mais adequado para si mesmo.     

Fonte: www.oqo.es/editora/pt-pt

Ilustrações de Margherita Michel


Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil.

Boas leituras!

"A volta ao mundo em oitenta contos", um livro de Albert Jané

"A volta ao mundo em oitenta contos"
Texto de Albert Jané e ilustrações de Judit Morales e Adriá Gódia
Editado pela Plátano em 2005

Este livro apresenta 80 contos, fábulas e lendas de diversos países e regiões desde a Ilha do Pico, com os Labregos, à Sibéria...Estas narrativas caracterizam-se pela sua brevidade, mas os seus temas variam entre aqueles que são muito específicos do país de origem e os que têm um carácter mais amplo ou mesmo universal. A volta ao mundo em 80 contos, pela sua riqueza gráfica, pela sua narrativa digna do ponto de vista literário e acessível ao público actual, é uma obra indispensável na biblioteca de um jovem e de um educador.” 
Fonte: Wook

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 4º ano de escolaridade,
destinado a leitura autónoma.


Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil.
Boas leituras!

sexta-feira, 21 de abril de 2017

“Todos diferentes, todos iguais”


No âmbito do projeto desenvolvido pelo ALT da Santa Casa da Misericórdia de Arganil denominado “Cada um a seu jeito”, as crianças criaram e ilustraram a história “Todos diferentes, todos iguais”.
No passado dia 18 de Abril, o ATL visitou a Biblioteca Municipal e ofereceu aos presentes a história, as palavras, as ilustrações e a emoção de todos, partilhando o conto que tinham inventado. 

“Todos diferentes, todos iguais"


Certo dia, num bosque cheio de cores, apareceram dois amigos. A Capuchinho-Azul e a Patinha-Feia.
Brincaram, saltaram e gritaram de tanta alegria!
A Patinha – Feia, levou a Capuchinho – Azul a ver o lago junto à sua casa e a Capuchinho – Azul levou a Patinha – Feia a ver a sua quinta!
A Patinha – Feia tinha escama de peixe, rabo-de-galo, dentes de crocodilo, barriga de panda e patas de pintainho. Já a Capuchinho – Azul era linda, andava sempre com o capuz azul que a sua mãe lhe deu nos seus anos, o cabelo era loiro e liso, os olhos azuis e tinha uma varinha mágica.
Entretanto a Capuchinho – Azul disse à Patinha – Feia:
- Olha ali ao fundo!
Era um monstro cinzento, com olhos castanhos, mãos grandes e o seu pêlo era fofinho! Só vontade de o abraçar!
- Olá! – Exclamou o monstro.
- Ahhhh! Que monstro grande e peludo! – Exclamou a Patinha…
- O que estás tu aqui a fazer? – Perguntou a Capuchinho-Azul.
- Estou muito triste, porque perdi a minha casa. E tu Patinha porque estás tão espantada a olhar para mim? – Perguntou o Monstro.
- Porque tu és estranho como eu! – Disse a Patinha-Feia.
- Sabes os animais da quinta dissem que sou muito feia e tu és muito grande e estranho como eu…
- Pois, eu sei o que isso é… Já na minha floresta todos os monstros são fortes e metem medo às pessoas, eu só meto medo aos animais! – Disse o monstro desapontado.
Entretanto, a Capuchinho-Azul foi para a sua quinta e levou o monstro e a Patinha-Feia a lanchar! Comeram bolachas e bolos, beberam chá e sumo e viram a quinta.
Depois a Patinha-Feia levou-os a ver a sua grande, mas muito grande floresta cheia de flores.
Escalaram montanhas, desceram cascatas, apanharam borboletas, viram flores e muitas cores.
O azul do céu e da água, o verde da natureza, o rosa e o roxo das flores e das borboletas, o castanho dos troncos das árvores e da terra e o amarelo do pólen, das abelhas e do sol! Foi tão bonito ver aquela mistura de cores!
Muito apressados, começaram a ir para a quinta da Capuchinho-Azul!
Ao fim do dia …
- Chau! – Dizia a Patinha-Feia – Obrigada por me ensinarem a ser diferente.
- Capuchinho, eu não sei o caminho para a minha casa! – Exclamou o Monstro.
A Capuchinho pegou na sua varinha mágica e indicou-lhe o caminho através de um mapa!
- Até amanhã! Obrigada pelo mapa. Exclamou o Monstro.
- Obrigada eu, por terem vindo! – Respondia a Capuchinho-Azul.
E foi assim que os três amigos perceberam que somos todos diferentes, mas todos iguais!”

FIM
Autoria: ATL da Santa Casa da Misericórdia de Arganil



 
 


No final, as monitoras e as crianças falaram sobre o tema 
“Todos diferentes, todos iguais”




As ilustrações são da autoria da Cristina Fernandes. 




Agradecemos à Paula, à Cristina, à Rita e a todos os meninos por este momento criativo e pela partilha de emoções.
Muito obrigada!
Boas Leituras!